Quarta-feira, 21 de Abril de 2004
Alcatra à Moda da Terceira

alc.jpg

Alcatra à Moda da Terceira
Colaboração de Andreia Guerreiro

Ingredientes:



  • 0.5 l de vinho tinto
  • 3 Kgs de carne
  • 200g de toucinho de fumo
  • 4 cebolas grandes
  • 1 colher de sopa de banha
  • 1 colher de sopa de margarina ou manteiga
  • cravinho em baga (+/- 6)
  • sal

Confecção:

A carne é cortada aos bocados (tipo quadrados), assim como as cebolas são cortadas ás rodelas e o toucinho aos cubinhos pequenos.
Deve-se  usar um tacho de barro (obrigatório!!).
Põem-se a banha e o toucinho, uma camada de carne, a manteiga e uma camada de cebola, o sal, cravinho e outra camada de carne acabando com uma camada de cebola.
No fim rega-se com o vinho, sem deixar cobrir o tacho todo.
Vai a cozer no forno em lume brando (+/- 3horas).

A Alcatra é acompanhada com o pão doce típico da ilha, ou então com pão.
Há quem faça arroz, mas não é à moda da Terceira.



publicado por sys.systen às 21:33
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Terça-feira, 20 de Abril de 2004
Combatentes com monumento

2combatentes1.jpg



As comemorações do “Dia do Combatente” na ilha Terceira concentraram, este ano, as celebrações na freguesia da Terra Chã, em Angra do Heroísmo, com o descerramento de um monumento em memória dos militares que serviram e morreram durante a guerra do ultramar


Na Terra Chã


 Combatentes com memória descerrada


Humberta Augusto (texto)


As comemorações do “Dia do Combatente” na ilha Terceira concentraram, este ano, as celebrações na freguesia da Terra Chã, em Angra do Heroísmo, com o descerramento de um monumento em memória dos militares que serviram e morreram durante a guerra do ultramar. Organizado pelo Núcleo de Angra do Heroísmo da Liga dos Combatentes e pela Junta de Freguesia da Terra Chã, no passado Domingo procedeu-se ao descerramento de uma lápide em honra da cerca de meia centena de terceirenses que perderam a vida na guerra do ultramar (1961-1975). Na inauguração do monumento, Cota Moniz, o orador convidado, enfatizou o “louvável movimento, apoiado pelas autarquias, para fixar de forma indelével os nomes daqueles que um dia, há 30 ou 40 anos, a freguesia, pai, noivas, irmãos e amigos viram partir e já não puderam abraçar na chegada”. Desde as minas anti-pessoais ou anti-carro, passando pela “emboscada traiçoeira, a morteira ou os foguetes disparados sabe-se lá de onde e até mesmo as febres tropicais ou, tantas vezes, o acidente estúpido e inesperado”, conforme descreveu Cota Moniz, muitas e diferentes foram as formas de perecimento que vitimaram os terceirenses em tempos de guerra. “Esta efeméride ocorre em lugar e ano que devemos salientar, pois que o monumento simbólico que inauguramos se situa junto ao antigo Hospital Militar da Terceira, instalado no início dos anos quarenta mais tarde da Força Aérea, então ligado à Base Aérea n.4. Por ele passaram médicos ilustres(...). Por outro lado, será este ano possivelmente, o último em que ocorreu a incorporação obrigatória, passando-se ao sistema de voluntariado nas Forças Armadas”. Outro facto assinalado foi o recente anúncio do actual Governo da República de que “finalmente” surgiu a regulamentação necessária para que os ex-combatentes de África possam finalmente usufruir de alguma compensação material em sede de aposentação ou reforma que “peca por tardia”, considerou.


 A nova guerra  científica e cirúrgica


Longe das guerras de períodos passados, a reflexão sobre a novas formas de combate foram igualmente focadas: “em tempos de Paz tendemos a debater mais os orçamentos da Defesa do que a sua eficácia, sempre que o conflito surge sem solução à vista é para aquelas que nos viramos em busca da segurança possível”. “Se por vezes, a guerra no terceiro milénio surge na crueza da sua face científica, informatizada, cirúrgica, por vezes virtual na trama da contra-informação, continua e continuará a exigir que os seus participantes activos, os combatentes, tenham de se dotar das qualidades de sempre: coragem, audácia, lealdade, espírito de corpo, enfim, aquela espécie de febre lúcida ou adrenalina da sobrevivência que experimenta quem participa em combate real, a mesma que permitiu aos marinheiros de quinhentos, em caravelas pouco maiores que uma traineira, enfrentar os Adamastores do Atlântico e do Índico e mesmo do Pacífico”, disse Cota Moniz. O programa das comemorações do “Dia do Combatente” incluiu igualmente a celebração de uma missa na Igreja Paroquial da Terra Chã e um almoço regional de confraternização na casa do povo daquela freguesia.



publicado por sys.systen às 14:22
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ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DOS ANIMAIS DA ILHA TERCEIRA
Gostaria de ajudar a Associação Amigos dos Animais da Ilha Terceira? Uma das modalidades em que poderá concretizar a sua ajuda é tornar-se Associado. Para o fazer basta fazê-la chegar à nossa Associação por carta: ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DOS ANIMAIS DA ILHA TERCEIRA Rua Ciprião de Figueiredo, 37 9700 Angra do Heroísmo Tel: 295216995 ou por este E-mail:


publicado por sys.systen às 09:59
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Artesanato da ilha
Da Ermida de Nossa Senhora das Mercês aos instrumentos da matança do porco ou às ferramentas do calceteiro. Da carroça do padeiro à máquina de fazer vassouras ou aos instrumentos da lavoura. Na oficina de Manuel Azevedo, na freguesia da Feteira, na Terceira, nascem todos os dias miniaturas em madeira dos mais variados e antigos ofícios insulares. Um trabalho a que o artesão se dedica “por gosto”, apesar da falta de apoios e de divulgação.

Da Ermida de Nossa Senhora das Mercês aos instrumentos da matança do porco ou às ferramentas do calceteiro. Da carroça do padeiro à máquina de fazer vassouras ou aos instrumentos da lavoura. Na oficina de Manuel Azevedo, na freguesia da Feteira, na Terceira, nascem todos os dias miniaturas em madeira dos mais variados e antigos ofícios insulares. As suas mãos calejadas reproduzem ao milímetro peças que impregnam o imaginário ilhéu, que servem de recordação para quem vem de visita ou de aconchego para quem parte.
Manuel Azevedo começou a trabalhar a madeira desde que deixou os estudos, ainda jovem. “Quando saí da escola trabalhei de carreiro: fazia amantes da lavoura”, conta. Com o patrão de partida para os Estados Unidos da América e o aparecimento dos tractores, dedica-se à carpintaria. “Trabalhei de carpinteiro, mas há 16 anos tive um acidente e deixei de trabalhar”, recorda.
Há apenas alguns anos, resolve dedicar-se às miniaturas em madeira. “Há quatro anos pensei em fazer estas peças. Vi que me estava a sair bem e estou cada vez aperfeiçoando-me mais”.
Como quase todos os artesãos, Manuel Azevedo é um autodidacta. Para ele, esta é uma arte que não se aprende. Um dom que se tem ou não. “Isto não se aprende. É um dom da pessoa”, afirma.


“A vida está cara”


Mas transformar as madeiras, as colas e o alumínio em verdadeiras obras de arte é um percurso que se vai construindo dia após dia. “Faz-se hoje uma peça, amanhã corrige-se os pequenos defeitos e vai-se melhorando”, explica. “Antes de fazermos uma peça, ela tem de estar na cabeça. Imaginamos aquela peça, adaptamos os materiais e vamo-nos aproximando da realidade. A 90 por cento, porque nunca se consegue fazer a 100 por cento”, acrescenta.
Uma gaiola de touros, por exemplo, representa um dia de trabalho. Há mesmo peças mais complexas que podem levar mais do que um dia a construir. Um esforço que se repercute depois no preço das obras. “Uma peça para ser feita ao pormenor é cara”, sublinha o Manuel Azevedo. “Por exemplo, a prensa são dois dias de trabalho. Se fosse a mil escudos à hora, seria uma peça para 20 contos. Eu faço por metade do preço para ver se consigo vender”, continua.
O tamanho das peças, elaboradas à escala, é outra das dificuldades inerentes ao trabalho do artesão. “São peças muito pequenas que se partem facilmente. Às vezes tenho uma peça quase pronta e tenho de fazer tudo de novo para não ficar com defeito”, refere.
Algumas das suas miniaturas já chegaram ao Brasil, Estados Unidos da América ou Canadá. Mas, como diz, “a vida está cara” e as vendas nem sempre chegam para a despesa. “Muita gente gosta de artesanato, mas comprar já é diferente” salienta, acrescentando que “as pessoas do continente são as que compram mais nas feiras”. “Falam dos emigrantes, mas esses não compram. São muito agarrados ao dólar”, diz.


Espaço para artesãos


Apesar das dificuldades financeiras, Manuel Azevedo dedica-se ao artesanato “por gosto” e pretende continuar a completar a sua colecção de instrumentos da ilha Terceira. “Acabo de fazer uma peça e quero fazer outra ainda melhor”, conta. “E ainda não consegui fazer as peças todas que há. Tenho aqui mais de 100 peças diferentes, mas ainda há algumas que estou a descobrir”, acrescenta.
Às autoridades, o artesão deixa um apelo: é preciso investir mais na divulgação daquilo que é nosso. “Penso que a Câmara de Angra, sobretudo de Verão, devia ter um sítio para colocar os artesãos a trabalhar, duas ou três vezes por semana. Os turistas viam-nos trabalhar e sempre compravam algumas peças”, afirma.
Com exposições já realizadas na Terceira e em S. Miguel, Manuel Azevedo prepara-se agora para mostrar aquilo que melhor sabe fazer à ilha Graciosa. “A ilha Terceira é a ilha que mais artesanato em madeira tem. Pensamos em divulgar mais o nosso artesanato, mas faltam apoios. Agora vou à Graciosa, mas gostava de ir às ilhas todas porque o nosso artesanato é muito rico”, diz. E continua: “Fui convidado para participar numa exposição em Guimarães, mas não consigo ir lá porque as ajudas são poucas. Temos de pagar a estadia e os transportes e para aquilo que vamos vender não compensa”.


Reportagem :

DI

MANUEL AZEVEDO
Artesanato da ilha
por:Vanda Mendonça


publicado por sys.systen às 09:41
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Curso de socorrismo na Cruz Vermelha
Um curso de socorrismo decorre, entre os dias 26 e 30 deste mês, na delegação de Angra do Heroísmo da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP).
Os interessados podem obter informações na sede da delegação de Angra da CVP, sita na Rua da Rocha, nº28, ou através dos números de telefone 295 212669 – 295 212204, das 09 às 12H00 e entre as 14H00 e as 17H30.


publicado por sys.systen às 09:33
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Quarta-feira, 14 de Abril de 2004
Curiosidade
Em 1924 passou pela ilha terceira o ZEPPELIN III , em breve uma foto da epoca..........


publicado por sys.systen às 00:18
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Sábado, 10 de Abril de 2004
A Cidade de Angra do Heroísmo

Assente ao sul da Ilha, sobranceira, na sua parte central a uma angra que lhe deu o nome, fica a Muito Nobre, Leal e Sempre Constante Cidade de Angra do Heroísmo. Primeiramente apenas Angra e a seguir Vila de Angra. Por carta de D. João III, passada em Évora a 21 de Agosto de 1534, cidade de Angra, atendendo aos muitos serviços prestados pelos seus moradores e ainda por estar a mesma Vila muito acrescentada e enobrecida; por alvará de D. João IV, datado de 1 de Abril de 1643, antepuseram-lhe o advérbio e o adjectivo de Sempre Leal cidade de Angra; mais tarde, por carta régia de 12 de Janeiro de 1837, passou a ser Muito Nobre e Sempre Leal e Constante Cidade de Angra do Heroísmo, sendo ao mesmo tempo, condecorada com a Grã Cruz da Antiga Ordem da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito, que muito orgulhosamente sustenta na ara Municipal.



Vista da Cidade para o Ilhéu das Cabras

 


Noutros tempos, antiga capital do Arquipélago e duas vezes capital do Reino é a mais pitoresca e formosa cidade de todo o arquipélago Açoriano, pois circunda a Baía de Angra que tem a configuração de grande anfiteatro, que lhe dá natural beleza panorâmica com a pequena mas alterosa península do Monte Brasil, à frente, entrando pelo mar e constituindo, por assim dizer, a guarda avançada de, cidade a dominar as baías de Angra ao nascente e do Fanal ao poente. Oferece aos visitantes um dos mais surpreendentes panoramas dos Açores. Ainda no dizer do Professor Armando Narciso, Angra foi velha capital e corte e é a pequena Roma desta pequena cristandade que os mares rodeiam; mãe de aventureiros que correram todos os oceanos, mãe de heróis que pelejaram em cem batalhas.


Tem quatro paróquias e no seu maior comprimento estende-se por dois quilómetros desde os antigos portões de S. Pedro aos de S. Bento. Segundo o mapa topográfico do célebre Linschoten, levantado em 1595, o traçado central da Cidade é quase o mesmo desse tempo, havendo apenas alguns becos e travessas que desapareceram. Ultimamente na parte leste se abriram novas ruas e praças, que apresentam magníficos edifícios.


 

Varandas e Janelas das Casas de Angra do Heroísmo

 

Como excelente parque, tem o Monte Brasil, com os seus quatro picos dos quais, principalmente do Pico das Cruzinhas, se disfrutam belos panoramas e se respira um puríssimo ar, embalsamado pela intensa e frondosa vegetação arbórea que ali predomina, entre a qual um pinheiral disposto na encosta do monte fronteira à baía.
No istmo que liga o Monte Brasil à cidade, está edificado o Castelo de S. João Baptista e do outro lado da Bala, à ilharga dele, o Castelo de S. Sebastião, muito mais pequeno, mas mesmo assim, ainda de tamanho e traçado considerável. Qualquer um destes castelos renascentistas, principalmente o primeiro, são dignos, de ser visitados.


No centro da cidade se erguem os edifícios públicos, entre eles avultam a Câmara Municipal, o Palácio Bettencourt, Biblioteca Pública e Arquivo Distrital, a Alfândega e ainda o imponente Palácio dos Capitães Generais, antigo convento dos jesuítas e um dos primeiros edifícios públicos da cidade, residência dos antigas governadores e capitães generais dos Açores, de D. Pedro IV, de D. Carlos e de D. Amélia e dos presidentes da República que por esta Ilha têm passado. Foi neste palácio que tiveram lugar as sessões da Regência presididas pelo Duque de Palmela.


 

Edifício da Câmara Municipal e Igreja da Misericórdia

 

Os templos mais notáveis são: A Sé, grandiosa igreja, a maior dos Açores e a Catedral da Diocese; a Igreja de S. Francisco, anexa ao antigo convento franciscano, hoje Museu, panteão terceirense onde jazem sepultados Paulo do, Gama, que morreu na Terceira, ao voltar da Índia; João Vaz Corte Real, descobridor da Terra Nova, a Condessa de Almada, D. Joana Corte Real, filha de João Vaz, Afonso Gonçalves Baldaia.


Há no coro superior da Igreja, em cada uma das paredes laterais, dois painéis de azulejos, de bom valor artístico, representando cenas da vida de S. Francisco de Assis e um bom cadeirado de cedro no coro da capela mor onde também se encontram paineis de azulejos muito apreciáveis; a Igreja do Colégio, anexa ao antigo convento dos Jesuítas, é também um templo digno de visita não só pelas admiráveis telas, que lá existem como também pelas invulgares decorações em ouro, sobre pedra de cantaria, trabalhos de talha e artísticas esculturas; a Igreja de S. Gonçalo, anexa ao antigo, convento do mesmo nome é notável pelos seus painéis de azulejos, ricos na verdade e pelas suas telas; a Igreja da Misericórdia, a mais moderna de todas, sobranceira ao cais de desembarque, é de proporções majestosas e elegantes. Das Igrejas paroquiais - com excepção da Sé - temos a Igreja da Conceição, pela riqueza da sua capela-mor em retábulos e obra de talha.


 


Igreja da Misericórdia e Igreja do Colégio

 

A igreja de Nossa Senhora do Livramento, anexa ao Asilo de Infância Desvalida, antigo convento de Santo António dos Capuchos, com bons azulejos sobre a vida de Santo António, tem também, na capela-mor, boa obra de talha.

Possui a Cidade um belo jardim público em dois planos, com uma passagem arborizada, que vai até ao monumento erguido à memória de D. Pedro IV, vasto largo, de onde se goza um belo panorama sobre a cidade e arredores.


 

Vista do Jardim e do Pico da Memória

 

Como, subúrbios e boas estâncias de veraneio, tem o Caminho de Baixo, Pico da Urze e S. Carlos.

(Maria Alice Dias, in "Ilha Terceira", 1982)



publicado por sys.systen às 18:08
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Passeios de jeep na ilha terceira

     Já é possível conhecer a beleza que o interior deste Ilha pode oferecer Natureza intacta ..


Passeios de 4x4 na ilha Terceira. Os percursos procura mostrar um pouco o lado Este da Ilha, através do seu interior, buscando vistas esplendorosas, sentindo a grandiosidade das forças da mãe natureza. Pretende-se mostrar uma série de espelhos de falhas que dão relevo à ilha, bem como uma majestosa caldeira, dentro da qual podemos circular, mostrando a beleza associada ás magnificas formas deixadas pela actividade vulcânica......


 Desfruto de umas horas pela beleza da ilha e desta fotos...


Serra da Ribeirinha vista para a Cidade Serreta terceira19.jpg


 terceira28.jpg 


Terceira3.jpg vista pra .jpg DSCF0014(1).JPG 


DSCF0028.JPG


 




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publicado por sys.systen às 17:14
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WEBA---


Constituída por jovens empresários a weba é uma marca de prestação de serviços nas Tecnologias da Informação que conta com colaborares altamente motivados, com “Know-How” e experiência consolidada para desenvolver soluções adaptadas à nova economia, garantido a satisfação das necessidades individuais dos nossos clientes.


O principal objectivo da weba é ser parceiro tecnológico dos nossos clientes. Assim, queremos disponibilizar produtos e serviços, que oferecem verdadeiras mais valias, para as empresas que se posicionam para terem sucesso nesta nova realidade – a Economia Digital.


A nossa estratégia está em desenvolver as capacidades da equipa e fortalecer a nossa relação com os vários parceiros: colaboradores, fornecedores e principalmente os nossos clientes.


Relativamente aos nossos colaboradores pretende-se manter os fortes laços existentes de colaboração através de um desenvolvimento personalizado da respectiva carreira.


Deste modo esperamos garantir que a equipa se mantenha unida e sempre motivada para um desempenho excelente.


Os nossos fornecedores e clientes podem esperar uma parceria leal e empenhada em desenvolver soluções adequadas que lhe garanta uma excelente prestação de serviços.


Os nossos Clientes encontram na weba não só um parceiro que lhes forneça prestação de serviços e produtos mas que acima de tudo lhes acrescentem uma mais valia aos seus negócios e que tem sido um parceiro disponível para a realização de projectos em conjunto.


A weba acredita que investir em tecnologia é importante para atingir o sucesso e desenvolver o negócio das empresas, por isso, colocamos a nossa experiência ao vosso serviço, desenhando soluções em função da dimensão e necessidade.


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Informação fornecida no www.Terceira.com



publicado por sys.systen às 16:54
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Situação Geográfica

A Ilha Terceira pertence ao Grupo Central e tem uma superfície de 399,81 Kms2, tendo de comprimento e largura máximos de 29 km e 17,5 km, respectivamente. Está situada a 27º 10’ de longitude oeste e 38º 40’ de latitude norte. De origem vulcânica a sua paisagem apresenta-se com características próprias, testemunha das várias erupções que foram desenhando o seu terreno acidentado, com colinas e crateras. A Ilha alicerça-se sobre três grandes maciços estruturais, constituídos pelos estracto-vulcões dos Cinco Picos a leste, pelo maciço Guilherme Moniz - Pico Alto no centro e Santa Bárbara a oeste. A Ilha Terceira tem uma superfície de 399,81 Kms2, tendo de comprimento e largura máximos de 29 Kms e 17,5 Kms, respectivamente. Está situada a 27º 10’ de longitude oeste e 38º 40’ de latitude norte. A ilha é dividida em dois concelhos, Angra do Heroísmo e Praia da Vitória. O concelho de Angra ocupa 239.88 Km2, cerca de 60% da área total da Ilha, sendo constituído por 19 freguesias, cinco das quais - Sé, Nossa Senhora da Conceição, São Pedro, São Bento e Santa Luzia - compõem a sede do Concelho, sendo as restantes 14 - São Mateus, Posto Santo, Terra-Chã, São Bartolomeu, Cinco Ribeiras, Santa Bárbara, Doze Ribeiras, Serreta, Raminho, Altares, Ribeirinha, Feteira, Porto Judeu e São Sebastião - freguesias rurais. O concelho da Praia da Vitória ocupa 159.93 Km2, cerca de 40% da área total da Ilha, sendo constituído por 11 freguesias - Biscoitos, Quatro Ribeiras, Agualva, Vila Nova, São Brás, Lajes, Santa Cruz da Praia da Vitória, Fontinhas, Cabo da Praia, Porto Martins e Fonte do Bastardo.


>>Mapa Interactivos<<


uma Produção


Angra do Heroismo


Monte Brasil



publicado por sys.systen às 16:25
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