Domingo, 22 de Agosto de 2004
Ficaram separados por cinco milhas Avião Airbus da TAP não esteve em risco
Os dois aviões envolvidos num incidente perto do aeroporto das Lajes não estiveram em risco de colisão graças à rápida reacção dos pilotos.

Os aviões Airbus da TAP-Air Portugal e Beechcraft, da empresa OMNI não estiveram em risco de colisão durante o incidente ocorrido ontem de manhã próximo do aeroporto das Lajes.
Uma fonte do gabinete de Investigação de Incidentes e Acidentes de Viação disse ontem ao DI que os dois aparelhos tiveram uma aproximação máxima de cinco milhas (oito quilómetros).
Adiantou que os primeiros dados recolhidos indicam que o piloto do Airbus da TAP foi alterado para a possibilidade de colisão pelo sistema TCAS (Trafic Collision Avoid Sistem), um aparelho que faz parte dos instrumentos disponíveis no “cockpit” do avião. Excluída está a hipótese de o piloto ter tido contacto visual com o bi-motor da OMNI.
Uma comissão daquele organismo que tem a competência de investigar os acidentes de viação registados em território português revelou que foram ouvidos ontem à tarde, nas instalações da TAP em Lisboa, os tripulantes do Airbus e que hoje serão ouvidos os controladores que estavam de serviço na torre de controlo do aeroporto das Lajes.
Os investigadores que chegam hoje à Terceira vão também ouvir as gravações das comunicações entre a aeronaves e a torre de controlo e verificar se existe alguma avaria nos equipamentos que transmitem as informações a partir de terra.
De acordo com a mesma fonte, o relatório da comissão de inquérito em curso deverá ser entregue na próxima semana.

TRAGÉDIA IMINENTE
Com 133 passageiros e oito tripulantes a bordo, o Airbus “A-310” da transportadora aérea portuguesa viu-se forçado a proceder a uma “manobra de emergência” para evitar colidir com um pequeno avião privado ao serviço da construtora civil Somague que tinha descolado das Lajes.
“O facto de alguns passageiros não terem naquela altura colocado o cinto de segurança terá estado na origem dos ferimentos e cerca de três dezenas de passageiros e dois tripulantes”, refere a TAP em comunicado.
O avião tinha descolado de Lisboa às 08h20 e acabou por aterrar “em segurança” às 09h40 no aeroporto das Lajes.
Entretanto, o avião em que ocorreu o incidente regressou vazio a Lisboa.
A TAP anunciou ontem a realização de um voo extraordinário com saída do aeroporto das Lajes às 23h55 para transportar os passageiros que deveriam ter viajado de manhã e que ficaram retidos mais de 12 horas na ilha.
Por outro lado, uma fonte da OMNI - Aviação e Tecnologia, disse ao DI que Beechcraft King Air 200 vai permanecer durante algum tempo em Lisboa para que sejam realizados trabalhos de manutenção.
O Beechcraft ao serviço da Somague nos Açores está equipado com dois motores turbo-élice, tem capacidade para oito ou dez passageiros, voando a uma velocidade de 285 milhas por hora.
A aeronave da OMNI leva a bordo apenas os dois tripulantes e prossegui o voo com destino a Lisboa.
Os pilotos dos dois aviões adoptaram o procedimento para casos de risco de colisão descendo e virando para a esquerda.

DI


publicado por sys.systen às 11:57
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